XX - O sofrimento dos que creem terá um fim

Como vimos, o sofrimento não esteve sempre presente no mundo. Ele tem sua origem no pecado humano. Quando decidiram se rebelar contra Deus e desobedecer sua vontade, nossos primeiros pais abriram as portas do universo para a dor - não só a humana, mas a cósmica. Como resultado, todas as gerações e povos que viveram depois de Adão e Eva experimentaram alguma forma de sofrimento, independentemente de raça, credo, idade, sexo ou condição social. O sofrimento se impõe aos seres humanos, desde o nascimento. Mesmo aqueles que creem em Jesus Cristo e o servem conhecem de perto o sofrimento. Algumas vezes, aliás, eles sofrem ainda em maior intensidade que os incrédulos, pois vivem em um mundo que está em franca rebelião contra Deus e, consequentemente, contra seus filhos e filhas. Sendo assim, qual a esperança dos cristãos, ante a universalidade e implacabilidade do sofrimento? Em que difere o sofrimento dos cristãos e o dos não cristãos? É verdade que os cristãos também são surpreendidos pelo sofrimento muitas vezes. No entanto, eles têm a certeza de que o seu sofrimento - seja ele qual for - terá um fim. A Palavra de Deus diz: "Ele (Deus) enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou" (Ap 21.4). Um dia Deus dará um basta a toda forma de sofrimento e injustiça presentes hoje no mundo. Ele cuidará, Pessoalmente, de cada um de seus filhos e filhas. A maior esperança dos cristãos não é conquistar o sucesso, comprar uma casa própria, um carro novo, ganhar na Mega Sena ou coisa que o valha. Os falsos evangelhos que prometem todas essas coisas simplesmente desconsidera a maior de todas as promessas da Bíblia: a eternidade. Ao prometerem uma versão terrena (e empobrecida) do céu, antes da eternidade, os telepastores de hoje roubam dos seus fiéis a mais bendita de todas as esperanças acalentadas pela Palavra de Deus. E, ao fazer isso, tornam a vida dos crentes tão miserável quanto a de qualquer ateu ou agnóstico.
Escrito por Léo Barbosa às 15h28
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